Resumo do texto

  • Dow Jones, Ibovespa e NASDAQ são índices que calculam o desempenho de algumas das principais Bolsas de Valores do mundo;
  • Acompanhar esses números é muito importante para quem investe em ações;
  • Confira como eles funcionam e porque você deveria saber disso.

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As altas e quedas nas Bolsas de Valores de todo o mundo são medidas a partir de índices que calculam a média do desempenho das ações mais negociadas nos últimos meses.

Os índices refletem a realidade do país e são muito importantes tanto para quem investe em renda variável, quanto para quem acompanha o cenário econômico como um todo.

Eles servem como uma espécie de termômetro da economia e do mercado financeiro. Quando estão em alta, significa que o cenário é de otimismo e que a economia pode está em um bom momento.

Quando estão em baixa, pode acontecer uma perda significativa de dinheiro por parte das empresas listadas nessas Bolsas, e consequentemente, aumentam as chances lucrar menos e de ocorrer demissões, por exemplo.

Cada Bolsa tem o seu índice, e alguns deles estão sempre presentes nas notícias de economia, como é o caso do Ibovespa, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500. A seguir, você verá mais informações sobre eles!

O que são os índices das Bolsas de Valores?

Cada índice é construído tendo como base as ações mais negociadas em uma determinada Bolsa de Valor. Seu cálculo costuma ser feito de um jeito parecido, que funciona mais ou menos assim:

  1. É feita uma análise para saber quais são as empresas que somam a maior quantidade de negociações na Bolsa (também conhecido como volume de negociações);
  2. Em seguida, é construída uma carteira de investimentos ideal, ou seja, composta pelas ações dessas companhias;
  3. O desempenho médio dessas ações é calculado todos os dias e dá origem ao índice da Bolsa.

Por isso, quando uma notícia diz que o Ibovespa subiu, significa que, em média, as ações que fazem parte dessa carteira de investimentos na B3 — a Bolsa de Valores oficial do Brasil — estão valorizadas e que o mercado está otimista. Quando acontece uma queda, quer dizer que as ações perderam valor e o mercado está mais cauteloso.

Existem diversos índices, inclusive o Ibovespa não é o único índice usado no Brasil, porém, neste texto vamos focar em 4 indicadores bem conhecidos. Veja abaixo.

Ibovespa

Ibovespa é o nome popular dado ao IBOV, que é o índice que mede o desempenho do mercado brasileiro de ações.

Ele funciona com base em um sistema de pontos e é composto por ações das companhias mais ativas listadas na B3 — ou seja, ações que interessam a muita gente e, por conta disso, tem um grande volume de negociações e podem ser facilmente compradas/vendidas. Esse grupo concentra 80% do volume financeiro do mercado de capitais do Brasil.

A cada 4 meses é refeita a avaliação da carteira do Ibovespa para ter certeza que ali estão realmente as ações mais fortes do mercado. A análise considera os seguintes critérios:

  1. Estar presente em pelo menos 95% dos pregões (formato de negociação das ações) do último ano;
  2. Representar, pelo menos, 0,1% do valor total de negociações da nossa Bolsa de Valores.

Empresas que estão em recuperação judicial e/ou que apresentam ações com valor de mercado menor que 1 real (chamadas de penny stocks) não entram.

O sistema de pontos é equiparado com o real. Um ponto equivale a um real. Quando uma notícia informa que a Ibovespa fechou com 100 mil pontos, isso significa que aquela carteira de ações do índice está valendo 100 mil reais.

Companhias que estão presentes no Ibovespa

Dentro da carteira da Ibovespa estão ações de empresas de diferentes ramos. Veja alguns exemplos:

  1. Petrobras (energia);
  2. Vale (mineração);
  3. Embraer (aviação);
  4. Ambev (bebidas).

Para conferir todas as ações que fazem parte do índice, basta acessar o site da B3.

 

S&P 500

Standard and Poor’s 500 (S&P 500) é um índice utilizado no mercado de ações dos EUA. Ele reúne as 500 maiores empresas listadas nas duas principais Bolsas de Valores de lá: a NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque) e a NASDAQ.

O S&P 500 é tratado pelos especialistas como o termômetro ideal do mercado de ações norte-americano. Mesmo com algumas diferenças de critério, a lógica do S&P 500 é bem parecida com a adotada pelo Ibovespa aqui no Brasil.

Criada na década de 1920, o S&P 500 é mantido por um comitê de executivos e analistas do mercado financeiro. Esses profissionais são responsáveis por discutir o desempenho do índice e avaliar quais empresas saem e quais entram neste grupo das 500 empresas mais importantes do mercado.

Atualmente, essa lista de companhias concentra mais de US$26,4 trilhões, o que representa 80% do mercado de ações dos EUA.

Para fazer parte do S&P 500, uma empresa precisa:

  1. Estar presente nos Estados Unidos;
  2. Ter valor de mercado superior a 8,2 bilhões de dólares;
  3. Ter pelo menos 50% das ações disponíveis para o público;
  4. Cada ação precisa valer, no mínimo, 1 dólar;
  5. Pelo menos 50% dos bens fixos da empresa devem estar nos EUA;
  6. Pelo menos 50% da receita da empresa precisa ser gerada nos Estados Unidos;
  7. A soma dos resultados dos últimos 4 trimestres deve ser positiva, assim como os resultados do último trimestre.

Companhias que estão presentes no S&P 500

Como você pôde ver, a empresa precisa ter um ótimo desempenho e uma estrutura bem ampla para fazer parte do grupo. Veja alguns exemplos de companhias de sucesso que estão presentes no S&P 500:

  1. Visa (financeira);
  2. Amazon (varejo);
  3. Walt Disney Co (entretenimento);
  4. Nike (varejo).

Clique aqui e veja todas as companhias listadas.

 

Dow Jones

Dow Jones é um dos principais índices do mercado de ações dos EUA e de todo o mundo. No caso do DJIA (ou Dow 30, que são os nomes mais técnicos do índice), os critérios são um pouco diferentes, pois não existe um método para compor as ações de sua carteira.

Desde a criação do índice, os responsáveis por elencar as ações fazem parte do jornal financeiro The Wall Street Journal. Esse time de especialistas é quem faz a montagem da carteira deste índice, tendo como único critério comum nas escolhas o fato da empresa ser considerada blue chip, ou seja, líder de mercado no segmento em que atua.

Companhias que estão presentes no Dow Jones

Para verificar todas as empresas, clique aqui. Vale ressaltar que todas as companhias presentes aqui também fazem parte do S&P 500, já que os critérios são bem parecidos.

Veja alguns exemplos:

  1. McDonalds (restaurantes);
  2. Coca-Cola (bebidas);
  3. 3M (tecnologia diversificada);
  4. Boeing (aviação).

NASDAQ

A NASDAQ é mais do que um índice utilizado na Bolsa de Valores dos Estados Unidos. Ela é, de fato, uma Bolsa de Valores, porém, com foco maior nas ações de empresas de tecnologia.

O índice utilizado é o NASDAQ Composite. Apesar de ter sido criado em 1971, a primeira vez que o índice atingiu mais de mil pontos foi só em 1995, quando começou o boom das empresas de tecnologia em todo o mundo.

Companhias que estão presentes na NASDAQ

Boa parte das companhias listadas no índice da NASDAQ também estão presentes no S&P 500 e Dow Jones — já que essas empresas de tecnologia cresceram muito nos últimos anos e se tornaram poderosas no mercado financeiro.

A NASDAQ também tem seu ranking de empresas mais valiosas, chamado de NASDAQ 100. Você pode conferir a lista das companhias presentes no NASDAQ 100 aqui. Veja algumas delas:

  1. Apple (tecnologia);
  2. Microsoft (tecnologia);
  3. Facebook (tecnologia);
  4. Netflix (tecnologia).

Invista na Bolsa, mas não se esqueça da renda fixa

Para fechar, é sempre recomendado que você diversifique seus investimentos. Aplicar tudo na Bolsa de Valores (mesmo que seja em ações de companhias muito valiosas e de bom desempenho) é um risco muito grande.

O mercado financeiro é inconstante, e uma onda de desvalorizações pode fazer com que a liquidez dos seus investimentos fique muito baixa. A saída para não arriscar tudo é aplicar parte da sua reserva em renda fixa.

Produtos como os CDBs têm garantia do FGC, não sofrem desvalorização de mercado e não colocam seu dinheiro em risco. A renda fixa é um porto seguro, por isso, é importante que você separe parte do seu dinheiro (ou parte dos seus ganhos com renda variável) e invista em produtos com menos riscos.

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