Resumo do texto

  • Os fundos internacionais são investimentos que rendem atrelados a ativos de moeda estrangeira;
  • Aplicar dinheiro nesses fundos é muito semelhante a investir em fundos brasileiros, basta ter uma conta em corretora ou banco;
  • Veja porque essa é uma ótima alternativa para diversificar a carteira de investimentos;
  • Descubra os principais tipos de fundos internacionais, suas vantagens e como investir de acordo com seus objetivos.

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Sabia que para investir no exterior você não precisa morar fora do Brasil? Com os fundos internacionais é possível diversificar seus investimentos e potencializar sua rentabilidade. Este tipo de aplicação é uma ótima escolha para alcançar bons retornos em tempos onde a Selic está em apenas 2% ao ano. 

Porém, antes de optar por aplicar seu capital no exterior, é indispensável entender um pouco mais sobre estes fundos. Veja abaixo os tipos de fundos internacionais, vantagens e desvantagens deste tipo de aplicação e como investir nesses ativos.

O que são fundos internacionais?

Os fundos internacionais são fundos de investimento no exterior que têm seus rendimentos atrelados a alguma moeda estrangeira.

Os ativos que fazem parte dos fundos internacionais são negociados fora do Brasil, por isso, a rentabilidade é lançada em moedas do exterior — o que é uma vantagem  tendo em vista o cenário econômico atual do nosso país.

A aplicação em ativos internacionais é bem parecida com aplicações em fundos de da outras categorias. Você investe em cotas e um gestor administra o fundo.

Tipos de Fundos Internacionais

Os fundos internacionais podem variar entre fundos de Renda Fixa, de Renda Variável e Fundos Cambiais. Descubra qual se encaixa mais com as suas metas e objetivos.

1. Renda Fixa

Os fundos de renda fixa são aqueles onde a maior parte do patrimônio é aplicada em renda fixa de outros países. Entre os ativos mais comumente encontrados, temos os títulos públicos e as debêntures de empresas multinacionais. Normalmente são fundos focados em países ricos ou emergentes.

A parte interessante desse tipo de investimento é que está atrelado ao CDI e protegido de variações cambiais. E por ser da renda fixa, é um fundo excelente para os investidores mais conservadores.

2. Renda Variável

Mais procurado pelos investidores de perfil moderado ou agressivo, os fundos que compõem a carteira de renda variável de ativos internacionais não têm uma rentabilidade pré-definida.

Nesta categoria de fundo, trabalha-se muito com ações, títulos de ETFs (Exchange Traded Funds) e compra de cotas de outros fundos de renda variável.

Como estamos falando de uma aplicação que pode sofrer oscilações — tanto para mais quanto para menos — é importante verificar o histórico de desempenho do fundo e acompanhar notícias sobre a economia global.

3. Fundo Cambial

O fundo cambial é dedicado à compra e venda de moeda estrangeira, normalmente o dólar. É um dos fundos mais complicados de projetar o rendimento, pois estão vinculados às movimentações das economias do Brasil e do país emissor da moeda.

Os fundos cambiais são, talvez, os mais arriscados dos fundos internacionais. Geralmente, quem procura esses fundos possui o perfil de investidor bastante agressivo.

Como funciona um fundo de investimento internacional?

Os fundos de investimento no exterior funcionam da mesma forma que os demais fundos locais, porém o patrimônio é alocado no mercado externo. A seleção desses ativos também fica a cargo de um gestor especializado.

Rendimento

Assim como os demais fundos de investimentos, em fundos internacionais seu dinheiro irá render de forma diferente, dependendo da categoria escolhida para a aplicação.

Na renda fixa é possível saber o rendimento no momento da aquisição do título. Já nas aplicações em renda variável não há uma rentabilidade definida no momento da  contratação. E a rentabilidade do fundo cambial depende exclusivamente dos movimentos econômicos do Brasil e do país emissor da moeda estrangeira.

Custos

Os fundos internacionais possuem custos bastante parecidos com os de um fundo no Brasil, como taxas de administração, custos transacionais, e, possivelmente, taxa de performance.

Tributação

A tributação dos fundos internacionais adquiridos por pessoa física funciona como qualquer aplicação em fundos, mudando apenas a alíquota.

Enquanto nos fundos locais os ganhos no resgate são tributados entre 15% e 22,5%, dependendo do prazo da aplicação, nos fundos de investimentos no exterior, liquidações ou resgates são tributados sempre em 15% sobre o lucro. Essa conta considera a variação dos investimentos em reais.

Vale a pena investir em Fundos Internacionais?

Existem diversos benefícios de aplicar seu patrimônio em fundos no exterior. Reunimos abaixo algumas das principais vantagens destes investimentos.

Seu dinheiro rendendo em economias mais fortes

Com a taxa de juros chegando a mínimas históricas no Brasil em 2020, é interessante buscar por retornos mais atrativos. Os fundos internacionais possibilitam investir em ativos de outros países e buscar a rentabilidade a partir da variação da moeda estrangeira – na maioria das vezes, o dólar.

Oportunidade de investir em gigantes da tecnologia

Google, Apple, Microsoft, Amazon, IBM e Oracle. Já imaginou o retorno dessas empresas altamente lucrativas na sua carteira de investimentos? Com fundos internacionais isto é possível, visto que as empresas citadas operam no mercado americano.

Seu patrimônio diversificado

Visto que estes fundos têm pouca relação com o mercado brasileiro e com as turbulências que o país pode passar, diversificar a moeda em que se investe é fundamental para proteger seu patrimônio.

Sabe a história da cesta de ovos? Se você colocar todos os ovos que possui em uma única cesta e a derrubar, você ficará sem ovos. Mas se distribuir esses ovos em várias cestas e deixar cair somente uma, a perda vai ser minimizada. Com seu dinheiro, também funciona dessa forma. Os fundos internacionais ajudam a reduzir esse risco, já que parte do capital ficará alocado em um mercado mais estável que o brasileiro.

Nada complexo

Engana-se quem pensa que para aplicar em fundos de investimentos no exterior é algo complicado. Para isso, não é necessário nem abrir uma conta em outro país ou enviar dinheiro para o exterior. O investimento pode ser feito no Brasil e conta com o trabalho de um gestor que estuda e identifica o momento ideal de compra e venda destes.

Cuidados ao Investir em Fundos Internacionais

Assim como outros investimentos internacionais, os fundos no exterior também possuem riscos. Eles vão dos mais comuns até os complexos, por isso é importante estudar a estabilidade econômica do país que você pretende investir.

Para quem é indicado os fundos internacionais?

Para descobrir se essa é uma opção interessante para seus investimentos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dividiu os investidores em três grupos: profissionais (que possuem mais de R$ 10 milhões aplicados), qualificados (que têm mais de R$ 1 milhão aplicado) e os demais.

Os artigos 9º-A e 9º-B da Instrução CVM 554/2014 mostram as características específicas destes grupos.

Embora os fundos internacionais sejam amplamente recomendados para investidores profissionais e qualificados, os que se enquadram na categoria dos demais também podem se beneficiar dos ativos internacionais. De qualquer forma, é imprescindível entender o seu perfil de investidor antes de aplicar nestes fundos.

Como investir em um fundo internacional?

Investir em fundos de investimento no exterior é muito parecido com aplicar em fundos alocados no Brasil.

É importante ressaltar que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que fundos que contêm mais de 20% da carteira alocada no exterior só podem ser acessados por investidores do grupo de qualificados.

Os fundos são disponibilizados por gestoras e plataformas de investimentos brasileiras e o investidor escolhe em qual alocar o seu capital. Depois de escolhido o fundo, basta emitir a ordem na plataforma da sua corretora ou banco, assim como é feito com os demais investimentos.

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