Resumo do texto

  • Quem investe precisa saber qual é a liquidez dos tipos de investimento e compreender como funciona a alta e baixa liquidez no mercado financeiro;
  • Descubra o que é mais importante: liquidez ou rentabilidade;
  • Entenda mais sobre o tema e qual o impacto da liquidez nos investimentos.

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Uma das palavras mais comuns no dicionário dos investimentos é liquidez. Esse termo é usado para definir a possibilidade e facilidade de transformar um ativo — como uma aplicação financeira ou até mesmo um imóvel — em dinheiro na sua mão.

Especialistas em investimentos apontam que conhecer a liquidez é tão importante quanto saber a rentabilidade de um produto. Por isso, vamos explicar abaixo tudo o que você precisa saber sobre esse conceito e como ele impacta seus investimentos.

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O que é liquidez?

De forma bem simples, podemos definir a liquidez como a facilidade de transformar um ativo (um bem que pode ser comercializado) em dinheiro. Para que não fique nenhuma dúvida, considere um ativo como sendo:

  1. Um investimento (como um lote de ações de uma empresa, CDBs e até a velha poupança, por exemplo);
  2. Um imóvel (como um apartamento, uma casa ou terreno).

Esses não são os únicos tipos de ativos que existem, porém, esses exemplos são muito úteis para explicar o que é liquidez.

Quanto mais rápido você consegue transformar um ativo em dinheiro, maior é a liquidez dele. Sendo assim, quando algo tem baixa liquidez, isso significa que transformá-lo em dinheiro pode demorar um pouco.

O que é a baixa liquidez?

Geralmente, a baixa liquidez de um ativo é relacionada a fatores como:

  1. Tempo necessário para liquidar o investimento;
  2. Pouco interesse de investidores em comprar esse tipo de ativo.

Em relação ao tempo para liquidar o investimento, isso pode ocorrer em uma casa, por exemplo. Digamos que alguém pretende vender um imóvel que ainda tem muitas prestações em aberto. Provavelmente essa venda será mais difícil de acontecer, comparada a outro imóvel igual já quitado

Dessa forma, a falta de interesse acontece quando estamos falando de um ativo que não tem tanto poder de atração, como é o caso do exemplo acima, das ações de uma empresa que não está muito bem no mercado ou um carro que está fora de linha e sem grande procura na revenda.

Vale lembrar que os ativos de baixa liquidez podem demorar muito para serem vendidos pelo preço que valem ou podem sofrer uma redução no valor para que sejam liquidados mais rapidamente.

Para entender melhor a liquidez de investimentos, nunca se esqueça de 3 fatores essenciais. São eles:

  1. Carência: tempo mínimo que seu dinheiro precisa ficar aplicado. Durante esse período, a liquidez do investimento é zero, ou seja, você não pode resgatar os valores investidos;
  2. Vencimento: data em que o dinheiro aplicado será devolvido com o acréscimo dos juros ganhos no período.
  3. Prazo de resgate: tempo que dinheiro leva para estar disponível na sua conta corrente..

O que é a alta liquidez?

Um ativo de alta liquidez é aquele que pode ser convertido em dinheiro com mais agilidade, sem que ocorra uma perda grande de valor.

Um exemplo de ativo com alta liquidez são os CDBs. Quando você pede o resgate deles (ou quando chega a data de vencimento), basta um dia (ou alguns dias, tudo depende da regra do CDB) para que o valor investido seja liquidado e encaminhado para sua conta.

Além dos CDBs, outros investimentos em renda fixa possuem alta liquidez, como é o caso do Tesouro Selic e da poupança. Aplicações em renda variável, como algumas ações da bolsa, também apresentam alta liquidez, já que são produtos muito interessantes — e procurados — para os investidores.

Se você ainda não investe seu dinheiro, veja alguns conteúdos interessantes para você pensar sobre o tema:

  1. O que é FGC?
  2. Como economizar dinheiro para começar a aplicar;
  3. CDB x Poupança: qual vale mais a pena?
  4. Como transformar seus hábitos financeiros;
  5. Por que aplicar meu dinheiro?

Quais são os tipos de liquidez?

O mercado financeiro trabalha, resumidamente, com dois tipos de liquidez: baixa e alta. Elas são estipuladas de acordo com os dias necessários para seu investimento se transformar em dinheiro na sua conta. Veja abaixo:

  1. D+0: ao pedir o resgate hoje, o dinheiro estará na conta até o final do dia, no máximo. Aqui entram investimentos como a poupança, por exemplo.
  2. D+1: você pede o resgate hoje e em até 1 dia útil o dinheiro fica disponível na conta. Os CDBs PagBank, títulos públicos e fundos de crédito privado, são exemplos de investimentos que adotam essa liquidez;
  3. D+30: após solicitado o resgate, em 30 dias o dinheiro está na conta. Esse tipo de liquidez é utilizado em fundos com estratégias mais sofisticadas e de maior risco, como multimercados, fundos de ações etc.
  4. D+60: quando o resgate é solicitado, o valor retorna para a sua conta em 60 dias.

Olhando os tópicos acima fica mais fácil entender que a liquidez dos CDBs é um fator que atrai muita gente para esse tipo de investimento. Eles aliam segurança, rentabilidade e uma liquidez atraente.

Lembre-se que liquidez não é só o tempo que o dinheiro demora para voltar para sua mão, mas também quanto tempo é necessário para que esse retorno seja igual ao preço real do ativo. Se você precisa de dinheiro com urgência, você pode agilizar a venda baixando o preço do seu imóvel, esse prejuízo em relação ao preço total é chamado de risco de liquidez.

Se a sua missão é investir com segurança de retorno e não esperar muito para receber o dinheiro de volta, então, o caminho é a renda fixa de alta liquidez, onde você só precisa esperar o fim da carência para poder reaver o dinheiro.

Se você preza por uma boa liquidez, não deixe de conhecer o CDB PagBank de Liquidez Diária. Ele permite que o dinheiro volte para sua mão logo no dia seguinte após a aplicação. Isso faz dele o modelo ideal para montar a sua reserva de emergência (e garantir uma rentabilidade sobre ela).

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Liquidez ou rentabilidade? O que é mais importante?

Agora, vamos focar nos investimentos. Neste universo, tanto a liquidez quanto a rentabilidade são fatores muito importantes. A diferença está no objetivo do investidor e como ele pretende reaver o dinheiro investido.

Vamos usar o exemplo dos CDBs PagBank em comparação com ações de uma empresa que opera na bolsa de valores. Os CDBs têm liquidez alta. Você consegue resgatar seu dinheiro de forma rápida, além disso, sua rentabilidade é fixa, possui a garantia do FGC e as chances de perda são mínimas.

Já o lote de ações, mesmo tendo liquidez elevada, é um produto de renda variável, que não é garantido pelo FGC e possui uma probabilidade de perdas.

Se as ações estão em alta, o retorno com a venda é ótimo. Mas se o mercado está em um período ruim, você só conseguirá vender suas ações a preços muito baixos, e poderá demorar meses ou até anos para que suas ações se valorizem ao preço inicial da compra, tornando-se uma opção de alto risco.

Diante de tudo isso, o que você precisa saber com clareza é qual seu objetivo. Se você quer um retorno mais rápido e garantido, vale a pena aplicar em um investimento com boa liquidez, como o CDB PagBank de Liquidez Diária.

Agora, se você não tem pressa para reaver os valores e está disposto a deixar seu dinheiro parado por bastante tempo, você pode aplicar em investimentos de renda fixa de longo prazo ou até mesmo em imóveis (mas lembre-se que esses ativos apresentam uma aplicação inicial mais elevada).

Para aprender mais sobre os investimentos, confira informações importantes sobre rendas fixa e variável e os riscos de aplicações financeiras!

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