Resumo do texto

  • Os riscos possuem classificações diferentes, que envolvem desde as variações do mercado até a liquidez do investimento;
  • Analise os riscos e entenda quais são os níveis de risco de aplicações como CDBs, LCIs e LCAs, ações e fundos de investimentos;
  • Veja como agir para investir com o máximo de segurança.

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Você só investiria seu dinheiro em uma aplicação 100% segura? Então nós temos uma notícia importante pra te dar: esse investimento não existe. Nenhum banco ou corretora de investimentos consegue oferecer uma aplicação totalmente à prova de riscos. O que você encontra de mais seguro no mercado são opções com baixíssimo risco e também garantias para proteger o investidor.

Está buscando o caminho mais tranquilo para investir? Veja abaixo mais informações sobre os riscos e quais são os tipos de investimento que dão mais segurança ao investidor. E aqui vai uma a dica antecipada: esse caminho chama-se renda fixa!

Existem investimentos seguros?

Sim, existem uma série de investimentos que podem ser classificados como muito seguros. Antes de adentrarmos neste quesito, vamos definir os riscos como as chances que um investidor tem de não conseguir reaver o dinheiro investido. Eles podem ser divididos em 4 categorias diferentes:

  1. Risco de crédito;
  2. Risco de mercado;
  3. Risco de liquidez;
  4. Risco operacional;

Cada um deles aborda um tipo de ameaça diferente. Para você entender tudo sobre cada categoria, vale a pena conferir este post aqui, que trata especificamente desse tema e vai te ajudar muito na hora de entender o que são esses riscos.

Mesmo sendo um assunto amplo, vamos focar no principal risco da renda fixa, que é o risco de crédito, e no risco da renda variável, que é o risco de mercado.

Quer entender a diferença entre as rendas fixa e variável? Clique aqui e descubra todos os pontos mais importantes.

Os riscos da renda fixa

Vamos definir renda fixa em uma frase: são os investimentos que têm um índice de rentabilidade determinado no momento em que você investe.

O principal risco da renda fixa é o de crédito. Ou seja, existe a possibilidade do banco não ter dinheiro para te pagar ou deixar de existir. Esse tipo de risco, apesar de presente, é bem pequeno, e você pode evitá-lo com três atitudes simples:

  1. Escolhendo instituições que têm uma boa nota no Índice de Basileia, que ranqueia os bancos de acordo com sua capacidade de pagar os investidores;
  2. Encontrar instituições financeiras com boa nota de risco de crédito, os famosos “ratings”.
  3. Optando por investimentos que têm a garantia do FGC;
  4. Escolhendo investimentos que têm a garantia do Governo Federal.

A garantia do Governo Federal está presente em produtos como o Tesouro Direto, já o FGC atua protegendo investimentos como os CDBs PagBank, Letras de Câmbio, Depósitos na Poupança, LCAs e LCIs. O Índice de Basileia também serve para você escolher bem os bancos em que investe. O PagBank, por exemplo, tem uma excelente nota!

  1. Veja tudo sobre o Índice de Basileia e como ver a nota dos bancos;
  2. Entenda tudo sobre o FGC e suas garantias sobre os CDBs.

Os riscos da renda variável

A renda variável diz respeito aos investimentos que não têm um índice de retorno garantido, por isso, podem trazer rendimentos grandes ou prejuízos significativos.

O maior risco da renda variável é o risco de mercado. Esta categoria aborda as variações do mercado financeiro, que faz com que os investimentos variáveis (como ações, fundos imobiliários e moedas estrangeiras) fiquem mudando de valor constantemente. Com isso, surge o risco de desvalorização, justamente o tal risco de mercado. 

Se você quer aplicar em renda variável, saiba desde já que os riscos são muito maiores e que você está sujeito, por exemplo, a passar meses vendo seu investimento valorizando e depois perder seus ganhos do dia para a noite em uma virada do mercado.

É por essa razão que investimentos em renda variável devem ser de longo prazo, para investidores que não vêem problemas em segurar o investimento durante mais tempo, e para aqueles que conhecem os riscos associados.

Para reduzir os riscos e seguir aplicando em renda variável, vale tomar algumas atitudes como:

  1. Acompanhar o mercado financeiro e notícias sobre as empresas e a bolsa de valores;
  2. Ser cauteloso com o tamanho do investimento em renda variável (para não perder muito dinheiro de uma só vez);
  3. Diversificar e apostar também na renda fixa para ter um retorno mais garantido.

Quero segurança. Qual o melhor investimento para começar?

Se você quer segurança acima de qualquer coisa, então, o caminho é mesmo a renda fixa.

Para dar um pouco de variedade aos seus investimentos e manter a segurança da renda fixa, você pode investir no Tesouro Direto, em Letras de Crédito Imobiliário, Letras de Crédito do Agronegócio, além, é claro dos CDBs. Todas são boas opções para iniciantes.

Confira este post e descubra como funcionam os CDBs.

Os CDBs PagBank, por exemplo, são opções atraentes para os investidores de primeira viagem. Você encontra CDBs com aplicação inicial de R$100 e outras opções que rendem até o dobro da poupança (que está rendendo pouco há muito tempo).

Conheça todos os CDBs PagBank

 Mesmo a poupança sendo muito popular ainda, existem opções bem mais rentáveis e que oferecem tanta segurança quanto ela.

Se você pretende usar a poupança para ter uma reserva de emergência, vale mais a pena fazer um CDB de Liquidez Diária, que faz suas economias renderem melhor, garantindo também acesso rápido ao dinheiro.

Agora, se você quer ir além e conseguir resultados mais expressivos, então, pode apostar nos outros CDBs PagBank, todos com garantia do FGC e rentabilidade assegurada.

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