Fundos de inflação: entenda como funcionam, conheça as características e descubra as vantagens e desvantagens

Resumo do texto

  • Conheça as características de um fundo de inflação;
  • Saiba quais são as vantagens e desvantagens deles;
  • Descubra como investir em um fundo de inflação.

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A inflação é mais do que o índice que mede a variação dos preços no Brasil, ela também é usada no mercado financeiro como indicador de rendimentos, tanto em investimentos de renda fixa, como CDBs ou em aplicações de renda variável, como é o caso dos fundos de inflação.

Os fundos de inflação usam o IPCA (índice que mede a inflação) como indicador de rendimento dos títulos que compõem o fundo e estão se tornando opções de investimento interessantes, já que a inflação está em alta e a Selic está em baixa.

Descubra como funciona um fundo de inflação, suas vantagens, desvantagens e como você pode investir neles.

O que é fundo de inflação?

Fundos de inflação são considerados fundos de renda fixa, ou seja, onde o dinheiro das cotas é usado pelo gestor para aplicar em diversos títulos de renda fixa (se você não sabe como funciona um fundo de investimentos, confira esse texto antes de seguir em frente).

Os títulos que compõem o fundo são, em sua grande maioria, títulos de renda fixa que têm seu rendimento atrelado ao IPCA ou IGP-M, que são dois índices usados para medir a inflação.

Vale ressaltar que existe um índice usado para analisar a rentabilidade de todos os títulos públicos (como Tesouro Direto) que tem suas rentabilidades atreladas à inflação, ele é chamado de IMA-B.

Quais são os tipos de fundo de inflação?

Existem diferentes tipos de fundo de inflação disponíveis no mercado, porém, a grande maioria se encaixa em uma das duas categorias abaixo:

  1. Fundos de IMA-B 5;
  2. Fundos de IMA-B 5+.

Os fundos IMA-B 5 são aqueles compostos por títulos que têm vencimento menor que cinco anos. Os fundos IMA-B 5+ contam com títulos com vencimento superior a 5 anos.

É importante que o investidor saiba que quanto maior for o prazo de vencimento dos títulos atrelados à inflação, mais o valor do título pode variar.

Isso acontece porque ninguém tem controle absoluto sobre a inflação, sendo que muitas coisas podem fazer com que ela dispare, o que é bom para um fundo de inflação. Mas existe o outro lado da moeda.

Mudanças na economia podem frear a inflação crescente, e reduzir a inflação é o objetivo da equipe econômica do Governo, já que a inflação alta não é vantajosa para a população em geral.

Fundos do tipo IMA-B 5+ sofrem mais alterações, o famoso sobe e desce do mercado financeiro, isso representa mais risco, mas oferece também a oportunidade de ganhar mais.

Como funcionam os fundos de inflação?

Um fundo de inflação, como dito acima, segue a lógica dos demais fundos de investimento, como os fundos de ações, fundos multimercado e fundos de renda fixa. Eles também apresentam algumas regras básicas para os investidores, veja abaixo:

Como é feito o investimento?

O investimento é feito por meio de cotas. O investidor compra uma cota e recebe um rendimento que é proporcional à quantidade de cotas que ele tem.

Valores

Os investidores interessados em aplicar em um fundo de inflação podem encontrar cotas bem acessíveis, com valores abaixo de R$ 100. Existem outras opções que oferecem rendimentos maiores, porém, com riscos maiores.

Taxas

Assim como todos os fundos de investimento, os fundos de inflação cobram a taxa de administração, que é usada para custear o trabalho do gestor do fundo e demais despesas do fundo. Pode haver a cobrança de taxa de performance, caso o fundo tenha um resultado acima do esperado. Essa taxa é como um bônus dado ao gestor, já que ele fez um bom trabalho.

Impostos

Os fundos de inflação costumam ser fundos de longo prazo, ou seja, se você analisar todos os vencimentos das aplicações que compõem o fundo e tirar uma média, essa média será maior que 365 dias.

As regras de tributação para fundos de longo prazo seguem a tabela regressiva de imposto de renda. Lembrando que essa porcentagem é aplicada sobre o valor obtido com o investimento, ou seja, sobre o rendimento que você conseguiu ao aplicar.

Deslize para mais informações
Tempo de aplicação Alíquota
Até 180 dias 22,5%
Entre 181 e 360 dias 20%
De 361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15%

 

Essa tabela regressiva é igual à usada nas aplicações de renda fixa que têm incidência de imposto de renda, como o CDB.

Além do imposto de renda, pode haver incidência do IOF, com alíquotas que variam entre 96% e 0%. O IOF só incide sobre o rendimento da sua aplicação caso você peça o resgate antes de 30 dias.

Vale a pena investir em fundos de inflação?

Antes de mais nada, saiba que a decisão sobre um investimento é sua, e tem muita relação com seu perfil de investidor. O perfil de investidor mede a sua capacidade de encarar os riscos do mercado financeiro, quanto menor é sua aceitação em relação aos riscos, mais conservador seu perfil é.

No caso dos fundos de inflação, é importante pontuar que a maioria dos investimentos são em títulos de renda fixa, o que casa bem com um perfil mais conservador. Porém, como o índice de rentabilidade desses produtos é atrelado à inflação, o risco é um pouco maior.

Dito isso, agora é hora de analisar as principais vantagens e desvantagens de investir num fundo de inflação.

Vantagens do fundo de inflação

  1. Poder de compra: por proteger seu dinheiro contra a inflação, os fundos de inflação entregam bons ganhos que mantém o poder de compra dos investidores;
  2. Cotas de baixo custo: existem cotas bem acessíveis, que cabem no bolso de todos os investidores, inclusive quem está começando a investir e tem pouco dinheiro em mãos;
  3. Investimento simples: para investir num fundo de inflação, basta comprar as cotas. Todo o trabalho de escolher os títulos é do gestor do fundo.
  4. Acompanhamento profissional: um fundo é gerenciado por um profissional que tem experiência no mercado financeiro, que tem mais segurança para investir e conseguir bons resultados;
  5. Diversificação sem ter trabalho: quem aplica em um fundo consegue dar variedade à sua carteira de investimentos sem precisar gerenciar muitos títulos diferentes;

Desvantagens do fundo de inflação

  1. Depende da inflação: os fundos de inflação podem não ser uma boa opção, caso o índice da inflação esteja muito baixo;
  2. Fundos estão sujeitos ao come-cotas: come-cotas acontece quando o governo antecipa a taxação de imposto de renda antes que as cotas sejam resgatadas;
  3. Focado em longo prazo: não indicado para quem quer receber dinheiro em pouco tempo.

Como investir em fundos indexados à inflação?

O caminho para investir em fundos de inflação é simples, basta seguir os passos abaixo:

  1. Primeiro, analise seu perfil e reflita se um fundo de inflação se encaixa nos seus planos;
  2. Em seguida, pesquise as corretoras que oferecem as contas para esse tipo de fundo;
  3. Confira todas as opções, regras e taxas de rendimento antes de escolher;
  4. Depois que você escolheu, basta confirmar a compra da cota junto à corretora.

Caso você tenha uma conta em uma corretora que opera no sistema self-service (que costuma funcionar via app ou no site da corretora), basta você seguir o passo a passo indicado por eles para confirmar sua compra.

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“Este canal tem como única intenção fornecer um panorama sobre as diferentes categorias de produtos de investimentos disponíveis no mercado. Os conteúdos não têm o objetivo de oferecer análise de valores mobiliários ou recomendações de investimento, considerando que os produtos apresentados podem não ser adequados aos objetivos, situação financeira ou necessidades individuais de cada usuário. O PagSeguro PagBank se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que decorram da utilização de seu conteúdo, bem como por eventuais informações fornecidas por terceiros, que não expressam a opinião do PagSeguro PagBank. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e as informações podem não estar atualizadas no momento exato da consulta do material. Antes de tomar qualquer decisão, é recomendado que o leitor busque orientação financeira independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto.”

 

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