Resumo do texto

  • A renda fixa oferece ganhos a longo prazo e é bastante segurança para o investidor;
  • Existem diversos tipos de aplicações de renda fixa, regras e detalhes específicos;
  • Descubra mais sobre liquidez, prazos e muito mais sobre a renda fixa.

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Renda fixa é um termo usado no mercado financeiro para classificar os tipos de investimentos que têm taxas de rentabilidade, prazo de carência, data de vencimento e valor mínimo definidos na hora da aplicação.

O fato de serem produtos com riscos mais baixos faz com que investimentos dessa natureza sejam muito populares aqui no Brasil. De acordo um levantamento realizado em 2019, cerca de 86,5% de todo dinheiro investido no Brasil está em produtos de renda fixa, como CDBs, LCIs, LCAs e poupança. Isso acontece porque boa parte das pessoas prefere ter rendimentos com segurança, mesmo que isso exija mais tempo de aplicação.

A renda fixa é uma opção bastante popular entre os investidores mais cautelosos, já que oferece menos riscos e não exige muito dinheiro para começar. Ela também é recomendada para quem está começando a investir agora, já que seus produtos são mais simples e oferecem muito menos ameaças ao patrimônio do investidor.

Afinal, aplicar seu dinheiro é uma atitude importante e construtiva, porém, se você quer ter sucesso nesta jornada, é fundamental entender bem como funciona a renda fixa e suas oportunidades.

Aqui estão concentradas todas as informações mais importantes sobre os investimentos de renda fixa, suas regras, características e vantagens. Você vai aprender:

  1. O que é renda fixa;
  2. As vantagens de investir em renda fixa;
  3. A remuneração dos investimentos em renda fixa;
  4. Quais são os principais produtos do mercado;
  5. Os custos e taxas de investimentos de renda fixa;
  6. Como investir em renda fixa.

Em cada tópico você vai encontrar diversos links para acessar outros conteúdos aqui do nosso blog. Aproveite para conferi-los e aumentar ainda mais os seus conhecimentos sobre o universo dos investimentos em renda fixa. Boa leitura!

1. O que é renda fixa?

Investimentos em renda fixa são aqueles que oferecem ao investidor a possibilidade de conferir as regras do produto antes que ele faça a aplicação. Essa característica faz que eles sejam muito mais previsíveis do que aplicações de renda variável, como as ações, por exemplo.

A possibilidade de prever os ganhos é somada a outro fator muito importante, que é justamente a ausência de alguns riscos comuns do mercado financeiro, como as grandes oscilações da bolsa.

Diferente de um lote de ações de uma empresa, as aplicações em renda fixa só sofrem desvalorização em situações pontuais: quando existe uma mudança na taxa ou no indicador que o produto está atrelado fazendo com que sua aplicação renda mais ou menos.

Por isso, é muito difícil que um investidor da renda fixa tenha prejuízo, ou rentabilidade negativa. Isso acontece porque é característica básica das aplicações em renda fixa sempre somar e nunca subtrair.

Em linhas gerais, a maioria dos investimentos de renda fixa são, na verdade, empréstimos que você faz a uma instituição (bancos, financeiras ou até o Governo Federal) para dar suporte e crédito a operações, e a rentabilidade são os juros que você recebe por esse empréstimo.

Conforme já falamos, a renda fixa é baseada em uma taxa de rentabilidade, que nada mais é do que a taxa de juros desse empréstimo que você faz. O máximo que pode acontecer é essa taxa sofrer alterações conforme aconteçam mudanças na taxa de juros do nosso país.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros do Brasil, altera os índices de rentabilidade como o CDI e o IPCA, que são usados nos cálculos de rendimento. Falaremos mais sobre a rentabilidade da renda fixa no tópico 3. Agora, o importante é entender como funciona a renda fixa e o que faz dela algo tão diferente da renda variável.

PARA SABER MAIS:

  1. Tudo sobre Selic: entenda como essa taxa influencia suas aplicações;
  2. Tudo sobre CDI: entenda o que é e como ele influencia a rentabilidade dos investimentos;

As diferenças entre as rendas fixa e variável

A principal diferença está na rentabilidade. A renda fixa é como uma estrada longa em linha reta, onde você consegue dirigir com tranquilidade e sem sustos, mesmo que a viagem demore um pouco mais.

Já a renda variável é como um rally de alta velocidade. Os riscos são maiores e o investidor nunca sabe o que vem pela frente. Apesar de ser muito mais arriscado, as aplicações de renda variável podem render muito em pouco tempo, porém, é preciso ter experiência e estudar muito para acertar suas escolhas em renda variável.

Por isso, a renda fixa não tira o seu sono. Sua aplicação rende e as desvalorizações são muito raras, o que dá mais certeza de que, ao final do caminho, não haverá prejuízo.

Para que não fique nenhuma dúvida, veja abaixo quais são os principais investimentos em renda variável:

  1. Ações de empresas comercializadas na Bolsa de Valores;
  2. Fundos de Investimentos;
  3. Câmbio (compra e venda de moedas estrangeiras, como o Dólar e o Euro);
  4. Comercialização de Criptomoedas (como Bitcoin).

Entenda a diferença entre aplicações de renda fixa e variável

É importante variar os seus investimentos. Nunca deposite todo o seu dinheiro em uma única aplicação, seja ela de renda fixa ou variável. Isso diminui as suas chances de ganhar mais e aumenta os riscos (ainda mais se você aplicar tudo em investimentos de renda variável).

Dessa forma, é importantíssimo que você diversifique a sua carteira de aplicações conforme for aumentando seus investimentos.

Veja este conteúdo para entender mais sobre a diversidade no portfólio de investimentos.

2. Vantagens de investir em renda fixa

Não faz sentido algum aplicar o seu dinheiro se isso não for vantajoso para você, certo? Todo investimento precisa trazer benefícios ao investidor, caso contrário, ninguém irá se interessar por eles.

No caso da renda variável, o maior atrativo é a chance de ganhar muito dinheiro em pouco tempo (mesmo com vários riscos envolvidos). A renda fixa, por sua vez, não consegue oferecer aos investidores um retorno muito grande de forma rápida, mas isso não significa que ela não valha a pena, já que investimentos de rentabilidade fixa entregam outros tipos de benefícios.

Agora chegou o momento para entender com mais profundidade cada um dos fatores que são considerados vantagens da renda fixa. Confira a seguir!

Rentabilidade

Por mais que a renda variável consiga oferecer ganhos maiores em menos tempo, isso não é uma regra. Você pode perder muito de um dia para outro, por isso, saber a  rentabilidade de um produto de renda fixa pode ser considerado uma vantagem.

Mesmo sendo menor, ela é mais garantida, por isso, aplicações de renda fixa são as preferidas dos investidores mais conservadores e que não querem passar por grandes riscos.

No momento de escolher onde aplicar, é importante verificar qual é a rentabilidade do investimento. Você precisa ficar de olho nesse detalhe para aplicar nas melhores opções e, com isso, garantir mais lucro.

Por mais que o rendimento seja quase sempre garantido, nem sempre pode ser vantajoso. Veja o caso da poupança. Seu rendimento é garantido todos os meses, porém, ele é tão baixo que não consegue nem superar o índice da inflação. Com isso, guardar dinheiro na poupança tornou-se um mau negócio.

A poupança é muito usada para fazer reserva de emergência, porém, até para essa finalidade existem investimentos melhores, como um CDB de liquidez diária.

Veja algumas leituras importantes sobre o tema:

  1. CDB x Poupança: Qual deles é mais vantajoso?
  2. Por que você deve criar uma reserva de emergência?
  3. Conheça o CDB de Liquidez Diária PagBank.

Então, fica a dica: sempre analise qual é o índice de rentabilidade de um investimento antes de fechar negócio. Os principais índices da renda fixa são:

  1. CDI;
  2. Selic;
  3. IPCA;
  4. IGP-M.

Para saber mais sobre os outros índices mencionados, confira os conteúdos destacados abaixo:

  1. O que é IGP-M?
  2. Descubra como funciona o COPOM, o órgão do Banco Central que define a taxa Selic.

Estabilidade

Se a rentabilidade da renda fixa tem mais garantias, então, nada mais justo do que classificar esses investimentos como estáveis. Por mais que mudanças na economia possam trazer alterações na taxa de rendimento das aplicações, essas mudanças são pequenas e não oferecem risco para o investidor.

Quem investe em renda fixa mantém uma estabilidade em seu patrimônio e corre o baixo risco de vê-lo desvalorizando. Isso é uma grande vantagem, especialmente para quem aplicar boa parte da sua reserva sem colocar sua vida financeira em risco.

Veja dois exemplos de momentos em que a renda fixa pode desvalorizar

Já que estamos falando de rentabilidade e estabilidade, é importante dizer que a renda fixa pode sim se desvalorizar, porém, ela depende de um conjunto de fatores. No caso das aplicações que usam a Selic como base de cálculo — como o CDB, que utiliza o CDI — a desvalorização só acontecerá se o país adotar uma taxa de juros negativa.

O Brasil tem uma taxa básica de juros baixa, mas taxa negativa está longe da nossa realidade. Apenas alguns países como a Suíça vivem neste patamar. É bem provável que nosso país siga com uma taxa positiva, portanto, o risco de desvalorização é bem pequeno.

Outra possibilidade de ter rendimento negativo na renda fixa acontece se o país entrar em deflação, que é o contrário da inflação. Caso o índice que mede a inflação, o IPCA, se torne negativo, os investimentos que têm esse indicador de rentabilidade podem sofrer desvalorização.

Mais uma vez estamos falando de um cenário bem distante. Nos últimos 25 anos, o Brasil nunca registrou deflação acumulada em 12 meses, somente inflação.

Por mais que a renda fixa tenha chances reais de desvalorização, elas são tão distantes da realidade do Brasil que os especialistas sequer levam essas possibilidades em consideração, e é por isso que tanto se fala em rentabilidade garantida na renda fixa.

Segurança

Por mais que os investimentos em renda fixa sejam bem mais seguros do que os de renda variável, ainda existem alguns riscos. Contudo, aqui o risco não é a desvalorização, mas sim a saúde financeira da instituição em que você está investindo.

Para evitar que os investidores percam dinheiro no caso de problemas financeiros na instituição bancária existe o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse órgão protege os investimentos feitos em produtos como CDBs, LCIs, LCAs e LCs. Caso aconteça alguma coisa com o banco e ele não consiga pagar os seus investimentos, o FGC garante uma cobertura de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ em cada instituição, com um teto de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

Quem investe no Tesouro Direto (que também é um produto de renda fixa) não conta com a proteção do FGC, mas sim com a garantia do Governo Federal. Até hoje nunca foram registrados casos de “calote” do Governo nos investidores do Tesouro, por isso, mesmo sem contar com uma instituição independente como o FGC, aplicar no Tesouro também pode ser considerado seguro.

PARA SABER MAIS: Tudo sobre FGC: o que é e como funciona o fundo garantidor de crédito

E não se esqueça que esse tipo de segurança só é oferecida na renda fixa. As aplicações em renda variável não contam com proteção de instituições como o FGC e nem de autoridades do Governo.

Liquidez

Liquidez é o fator usado para medir a facilidade de transformar um investimento em dinheiro na sua mão. Aplicações em renda fixa costumam apresentar alta liquidez, já que o dinheiro cai na sua conta pouco tempo depois do fim da aplicação (ou após você pedir o resgate).

Só enfrentam problemas de liquidez na renda fixa os investidores que tentam repassar investimentos. Alguns produtos como LCIs e LCAs podem ser compradas e vendidas entre investidores, porém, se ninguém demonstrar interesse em comprar, a liquidez diminui.

Veja quais são as principais regras de liquidez do mercado financeiro:

  1. Regra 1 (D+0): se você pedir o resgate da aplicação hoje, o valor cai na sua conta até o final do dia, no máximo (exemplo: poupança).
  2. Regra 2 (D+1): pedindo o resgate hoje, o dinheiro vai para sua conta em até 1 dia útil (exemplo: CDBs PagBank, títulos públicos e fundos de crédito privado)
  3. Regra 3 (D+30): depois do pedido de resgate, o dinheiro demora até 30 dias para cair na sua conta (exemplo: fundos de ações e fundos multimercado).

PARA SABER MAIS: aprenda o que é liquidez e como ela afeta os investimentos.

Atenção: Não se esqueça que alguns produtos de renda fixa possuem carência, ou seja, você não pode solicitar o resgate desse dinheiro até que esse prazo acabe. Um produto pode ter rentabilidade e liquidez diária e apresentar um prazo de carência de 60 dias, por exemplo.

Este fator impacta diretamente a liquidez de um produto, portanto, nunca deixe de prestar atenção nas regras de carência ao contratar um investimento.

3. Como funciona a remuneração dos investimentos em renda fixa?

Agora chegou o momento de entender uma das características mais importantes dos investimentos em renda fixa: como funciona a rentabilidade.

Conforme falamos acima, a rentabilidade é o seu ganho, por isso, para investir cada vez mais e melhor é importante conhecer muito bem as regras de rendimento de uma aplicação.

Como nosso foco é na renda fixa, vamos explicar as três principais categorias de investimentos:

  1. Renda fixa pré-fixada;
  2. Renda fixa pós-fixada;
  3. Renda fixa híbrida.

A) Renda fixa pré-fixada

Investimentos pré-fixados são aqueles que apresentam ao investidor o rendimento com mais precisão. Digamos que você vai investir em uma LCA que oferece juros de 8% ao ano. Isso significa que, ao final de um ano, você vai receber exatamente o valor que aplicou mais os 8% de juros.

Nessa categoria de investimentos a matemática é bem simples e as previsões são bem precisas. Isso faz das aplicações pré-fixadas as preferidas por quem quer ter total controle sobre suas finanças.

Exemplo de renda fixa pré-fixada: LCI de 7% ao ano

B) Renda fixa pós-fixada

Aqui estão os investimentos que são calculados com base em um indicador como IPCA, CDI, IGP-M etc. Esses indicadores sofrem influências da nossa economia. Se o Banco Central baixa a taxa de juros, isso afeta o rendimento do CDI e da Selic, por exemplo. Com isso, muda também o quanto o investimento rende.

Apesar de ser menos preciso, também é possível fazer uma estimativa de quanto você vai ganhar aqui. Mesmo com as influências da economia, não se esqueça que a taxa de juros pode subir e seu investimento render mais do que você esperava.

Exemplo de renda fixa pós-fixada: CDBs PagBank, que rendem de acordo com o CDI.

C) Renda fixa híbrida

O modelo híbrido nada mais é do que a soma dos modelos pré-fixados e pós-fixados em um único investimento. Eles usam uma taxa de rentabilidade pós fixada (como IPCA, IGP-M, CDI etc) e, ao mesmo tempo, atrela o rendimento a um taxa pré-fixada.

Esse tipo de investimento é vantajoso porque você ganha de duas maneiras diferentes, não fica totalmente sujeito às mudanças do mercado e ainda assegura uma rentabilidade fixa que facilita a sua previsão de retorno.

Exemplo de renda fixa híbrida: Tesouro IPCA (indicador pós-fixado) + 3% ano (taxa pré-fixada).

ATENÇÃO: os exemplos dados acima servem apenas para ilustrar a forma como são vendidos os investimentos de cada categoria. Existem muitas variações de CDBs, Tesouro Direto, LCIs, LCAs, etc. Não se esqueça de conferir as suas opções antes de aplicar.

4. Quais são os ativos da renda fixa?

Os ativos da renda fixa nada mais são do que os tipos de investimentos que se enquadram como aplicações de rentabilidade fixa. Nós separamos abaixo os principais produtos para que você possa entender um pouco mais sobre eles e suas regras.

CDB

CDB é a sigla para Certificado de Depósitos Bancários. Trata-se de um dos investimentos mais populares e procurados do Brasil.

Ele funciona de maneira bem simples: você empresta seu dinheiro a um banco, que, por sua vez, irá lhe pagar por esse empréstimo, tendo como base de cálculo uma taxa ou índice de rendimento definido no momento da contratação do produto.

PARA SABER MAIS: tudo sobre CDB: o que é e como funciona o Certificado de Depósito Bancário

LCI e LCA

Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio são aplicações de renda fixa que funcionam de um jeito bem parecido: você faz um empréstimo ao banco para que ele tenha dinheiro para financiar operações no setor imobiliário ou do agronegócio, respectivamente.

LCIs e LCAs podem ter seus rendimentos atrelados a taxas pré-fixadas e/ou pós-fixadas, além disso, não sofrem com a incidência de Imposto de Renda e contam com a garantia do FGC.

PARA SABER MAIS:

  1. Tudo sobre LCI;
  2. Tudo sobre LCA.

LC

Letras de Câmbio são investimentos oferecidos pelas financeiras para captar dinheiro para suas operações. Eles são garantidos pelo FGC, mas, diferente das LCAs e LCIs, sofrem com a incidência de Imposto de Renda.

Vale destacar que as LCs também estão disponíveis no mercado nos formatos pré-fixada, pós-fixada e híbrida.

PARA SABER MAIS: Tudo sobre LC

CRA e CRI

CRA e CRI são investimentos de renda fixa que funcionam da seguinte maneira: uma empresa financeira empresta dinheiro para uma operação no agronegócio ou setor imobiliário e capta dinheiro emitindo “promessas de pagamento”, que são títulos em renda fixa (no caso do agronegócio são as CRAs e do setor imobiliário, as CRIs).

Esses investimentos rendem sob uma taxa pré-determinada, mas não contam com a garantia do FGC. Geralmente, a segurança de pagamento é feito por meio de garantias presentes no contrato.

CRA e CRI são considerados investimentos em renda fixa menos seguros, além disso, eles exigem um valor inicial maior do que os demais, por isso, é importante ter um conhecimento maior sobre o mercado financeiro antes de escolher esse tipo de aplicação.

Debêntures

Debêntures são valores que representam dívidas de médio e longo prazo de empresas estabelecidas como Sociedades Anônimas. A remuneração pode ser pré e/ou pós-fixada e esse tipo de investimento pode ou não contar com isenção de Imposto de Renda. Debêntures também não contam com a garantia do FGC.

Tesouro Direto

Tesouro Direto é um programa do Governo Federal desenvolvido em parceria com a B3 (empresa que administra a Bolsa de Valores de São Paulo) para facilitar o acesso das pessoas aos investimentos em títulos públicos. A venda desses títulos ajuda o Governo a captar recursos para áreas como saúde, educação e infraestrutura.

O Tesouro Direto é considerado um investimento de rentabilidade fixa que pode ser vendido nos formatos pré-fixado, pós-fixado ou híbrido. Eles não contam com a garantia do FGC, porém, são assegurados pelo próprio Governo Federal, o que faz deles um investimento de baixo risco.

DPGE

DPGE é a sigla utilizada para Depósitos a Prazo com Garantia Especial. Tratam-se de títulos emitidos para ajudar pequenas e médias instituições financeiras a captar recursos.

O DPGE foi criado em 2009 e conta com garantia do FGC, porém, essa garantia é bem maior do que nos CDBs, com teto de R$20 milhões. Assim como as LCs e CDBs, os DPGEs também sofrem incidência do Imposto de Renda.

Geralmente, o investidor que deseja aplicar em um DPGE precisa confirmar um patrimônio maior ou igual a R$1 milhão, o que faz desse tipo de investimento algo um pouco menos acessível pelos investidores iniciantes.

Outros exemplos de investimentos de renda fixa

Veja abaixo uma pequena lista com outros investimentos de renda fixa que podem ser encontrados no mercado:

  1. Títulos Públicos Federais;
  2. Letra Financeira
  3. FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios)

DICA: até mesmo a renda fixa possui alguns investimentos mais arriscado do que outros. A escolha ideal do seu investimento depende muito dos seus objetivos e do seu perfil de investidor. Para entender bem qual é o seu perfil, veja o post que separamos abaixo:

5. Custos e taxas em investimentos de renda fixa

No tópico acima você pôde ver que alguns investimentos não possuem cobrança de imposto de renda, como é o caso das LCIs e LCAs, porém, nem todos são assim. Você precisa levar em consideração a carga tributária na hora de investir, tanto para saber quanto vai ser a sua rentabilidade final como para entender quais investimentos são mais vantajosos.

IOF

O IOF é incidente sobre os investimentos apenas durante os primeiros 30 dias de aplicação. Sendo assim, se você investe seu dinheiro e pede o resgate antes de um mês, você vai pagar imposto sobre essa movimentação.

Imposto de Renda

A maioria dos investimentos de renda fixa têm incidência de Imposto de Renda, porém, existem dois pontos importantes aqui:

  1. O imposto é retido na fonte, ou seja, você já recebe o dinheiro com o valor do IR subtraído;
  2. A cobrança de imposto é regressiva. Quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será a alíquota de impostos.

Como exemplo, confira a tabela regressiva de tributação sobre os CDBs aqui.

Taxa de custódia

A taxa de custódia só está presente no Tesouro Direto. Ela é paga para proteger os seus dados e para que seus títulos sejam armazenados. Ela é descontada a cada seis meses, sendo que o valor total pago em um ano é igual a 0,25% do valor investido.

Como declarar renda fixa no Imposto de Renda?

Antes de mais nada, saiba que investir não lhe obriga a declarar IR. Você só precisa fazer a declaração caso esteja enquadrado em uma daquelas regras básicas da Receita Federal.

Clique aqui e confira tudo sobre declaração de investimentos

6. Como investir em renda fixa?

Investir em renda fixa não tem segredo. Primeiro, saiba que você deverá buscar dois tipos de instituição financeira:

  1. Bancos;
  2. Corretoras de Investimentos;

Como investir com Bancos?

Para aplicar seu dinheiro em um banco, é necessário ter uma conta nele. A partir do momento que você abre e usa sua conta, geralmente as opções de investimentos ficam disponíveis tanto no internet banking quanto no app. Além disso, você também pode procurar a própria agência bancária para realizar uma aplicação.

Como investir com Corretoras?

Para investir com corretoras também é preciso abrir uma conta na instituição. Depois basta escolher qual produto você pretende investir e transferir o valor da aplicação desejada para a conta.

Lembre-se que algumas corretoras adotam um modelo sem agências, com todas as ferramentas inseridas dentro de um aplicativo ou site no qual você administra sua conta.

Como aplicar nos CDBs PagBank?

Se você é nosso cliente, saiba que sua conta já é um investimento melhor do que a poupança! Para conseguir uma rentabilidade ainda maior, nós temos à disposição os CDBs PagBank com excelentes rentabilidades e aplicação mínima para todos os bolsos.

Para aplicar nos CDBs PagBank é muito simples. Basta fazer o seguinte:

  1. Abra o super app PagBank;
  2. No menu principal, clique em Produtos;
  3. Acesse a opção Aplicar meu dinheiro para verificar todas as opções de CDBs.
  4. Escolha o CDB de sua preferência e confirme a aplicação;
  5. O dinheiro sai direto da sua conta PagBank para o CDB e retorna assim que a aplicação atingir o vencimento.

Todos os nossos CDBs contam com a garantia do FGC e não possuem taxas. E quem investe em algumas opções tem direito ao Cartão de Crédito PagBank grátis e sem anuidade.

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