Estou endividado, e agora? Veja 5 dicas para sair do sufoco

Resumo do texto

  • Estar endividado é um desafio que pode ser superado com planejamento;
  • Confira 5 dicas para acabar com o endividamento;
  • Descubra como evitar novas dívidas e se proteger das emergências financeiras.

 

Já olhou para sua conta bancária e percebeu que as contas estão subindo ou lembrou daquela fatura do cartão ainda não paga e pensou: “eu estou endividado e não sei como sair dessa”? Saiba que não está sozinho.

Um estudo da CNC apontou que 72% das famílias brasileiras estão endividadas. Mas, existe luz no fim desse túnel para tanta gente? A resposta é sim.

O caminho pode ser longo, vai exigir paciência e força de vontade, porém é possível sair dessa bola de neve das dívidas e retomar o controle das finanças.

Quer saber como? Separamos 5 dicas para te ajudar a acabar com o problema.

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Estou endividado: o que fazer?

Estar endividado não significa que você está “quebrado para sempre”. A partir de agora, disciplina, planejamento e inteligência são fundamentais nessa luta contra as dívidas. Veja como colocá-las na mesa e virar esse jogo:

1. Faça uma lista de pendências

A pior frase que uma pessoa pode dizer é “estou endividado e não sei para quem eu devo”. 

Se chegou nesse ponto , é hora de ligar o sinal de alerta e listar todas as pendências, desde a fatura atrasada do cartão até aqueles R$ 10,00 que você deve para seu amigo.

Quanto mais precisa for a lista, mais fácil é entender o tamanho do desafio. Depois, separe as dívidas em três grupos:

  1. com juros muito altos;
  2. com juros;
  3. sem correção de juros.

Se possível, pague exatamente nessa ordem. É melhor acabar com juros altos primeiro, porque eles só fazem o endividamento crescer, sendo seus maiores inimigos.

2. Registre seus ganhos e gastos e planeje o orçamento

Não dá para usar todo o dinheiro para quitar as dívidas, é preciso equilibrar as finanças para não entrar em apuros. 

Para não errar, anote tudo o que ganha por mês e seus gastos, desde as contas fixas, até as variáveis.

Feito isso, você só precisa equilibrar os pratos. Use, no máximo, 30% da sua renda para pagar as dívidas e tome cuidado para não aumentar essa lista  no meio do caminho.

Uma boa dica para esse planejamento é usar nosso planner financeiro. Para quem preferir algo digital, baixe nossa planilha de gastos mensais.

3. Economize o quanto puder

Vamos pensar: se eu estou endividado, qual é a primeira coisa ao meu alcance? Economizar, é claro.

Controle seus gastos e corte despesas, especialmente aquelas que se pode viver sem. Quer exemplos? Veja seis abaixo.

  1. Pedir delivery porque está com preguiça de cozinhar;
  2. Sair de carro para ir a um local que fica 15 minutos a pé da sua casa;
  3. Não levar marmita de casa e almoçar em restaurantes caros;
  4. Usar o app de carona em vez de acordar 10 minutos mais cedo e pegar ônibus;
  5. Ir naquele mercadinho careiro perto da sua casa;
  6. Comprar algo por impulso ou porque é tendência.

Existem algumas formas de economizar e uma das formas é o método 50-30-20.

4. Renegocie suas dívidas

Se conseguiu reduzir seu consumo e organizar quanto está sobrando para pagar as dívidas, chegou o momento de fazer um movimento bem importante: negociar.

Muitas empresas fazem acordos vantajosos para os dois lados, porque preferem receber um valor mais baixo do que não receber nada.

Ligue para o setor financeiro das empresas ou então converse com o atendente de telemarketing, caso você esteja recebendo ligações. Outra dica é aproveitar os feirões para limpar seu nome.

5. Busque outras fontes de renda

Se está cansado de perder o sono por causa de dinheiro, talvez seja hora de buscar uma nova fonte de renda.

Não sabe por onde começar? Primeiro, pense se existe alguma coisa que goste de fazer e que possa trazer retorno financeiro. Isso vale para muitas habilidades, desde culinária até reparos domésticos.

Até mesmo sua casa e seu carro podem te ajudar nessa. Fazer hospedagens de pessoas ou animais e usar os apps de carona  são duas boas alternativas para ganhar um pouco a mais por mês.

Só tome cuidado para não comprometer seu “trabalho oficial”, afinal, ele é a sua base de sustentação. Agora, se bastante dinheiro está entrando por essas fontes alternativas, quem sabe um “bico” não vira seu novo trabalho?

Agora sem dívidas é hora, é hora de investir

Quando sair das dívidas, crie o hábito de separar um pouco por mês para evitar novos problemas financeiros.

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